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Irã discute recompensa milionária por assassinato de Trump, Netanyahu e comandante militar dos EUA

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Projeto em debate no Parlamento iraniano prevê pagamento de até € 50 milhões e amplia ameaças contra líderes ligados ao Ocidente

Foto: Reprodução

O presidente do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ebrahim Azizi, afirmou que o governo iraniano avalia criar uma recompensa de € 50 milhões — cerca de R$ 300 milhões — para quem assassinar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A proposta também inclui o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o almirante norte-americano Brad Cooper.

Segundo informações divulgadas pelo jornal The Jerusalem Post, a medida está sendo analisada dentro de um projeto de lei chamado “Ação Recíproca das Forças Militares e de Segurança da República Islâmica”. O texto integra um conjunto de iniciativas apresentadas por autoridades iranianas para oficializar ameaças e ações retaliatórias contra adversários estrangeiros.

Durante discurso realizado na última quinta-feira, 14, Azizi declarou que Trump “deve ser eliminado por qualquer muçulmano ou pessoa livre”. O dirigente justificou a ameaça como resposta à morte do aiatolá Ali Khamenei, morto em uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos em 28 de fevereiro.

Khamenei liderou o Irã desde 1989, assumindo o posto após a morte de Ruhollah Khomeini. Khomeini foi o principal articulador da Revolução Islâmica de 1979, movimento que instaurou o atual regime teocrático iraniano.