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Tribunal de Justiça do Amazonas revoga prisão de professora acusada de agredir babá

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Na terça-feira, 26 de setembro, a Juíza Eliane Paixão e Silva Gurgel do Amaral Pinto, da 3ª Vara do Tribunal do Júri, tomou uma decisão surpreendente ao revogar a prisão preventiva de Jussana de Oliveira Machado. Essa revogação aconteceu no mesmo dia em que a magistrada aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado do Amazonas contra Jussana, relacionada ao terrível incidente em que ela atirou no advogado Ygor Colares, e agrediu a babá Cláudia de Lima.

Justificativa

A revogação da prisão foi justificada com base em argumentações da defesa de Jussana, que alegou que ela possui condições pessoais favoráveis. Além disso, foi mencionado que Jussana e seu esposo providenciaram o aluguel de um apartamento no bairro Lagoa Azul e têm a responsabilidade de cuidar de uma filha de 14 anos. A juíza acredita que o aluguel de um novo imóvel reduzirá significativamente o risco de Jussana encontrar as vítimas e causar mais danos.

Tornozeleira

A liberdade de Jussana foi concedida, mas com a imposição de medidas cautelares rigorosas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento periódico em juízo, proibição de deixar Manaus, recolhimento domiciliar durante a noite e a proibição de fazer contatos com as pessoas envolvidas no incidente. A juíza enfatizou que a liberdade individual deve prevalecer até que haja provas contundentes de autoria e materialidade dos crimes em questão.

Essa reviravolta no caso certamente levanta questões sobre o sistema de justiça e as medidas adotadas para garantir a segurança das vítimas e da sociedade como um todo.

Foto: Reprodução