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Prefeitura de Manaus reutiliza materiais na produção de bancos de madeira

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A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), está desenvolvendo no órgão de limpeza projetos que aproveitam a reutilização de materiais. Um deles acontece na Serramar, combinação de serralheria e marcenaria localizada na sede da Semulsp, que realiza a produção de vários protótipos que possam ser utilizados em toda a cidade e sejam entregues para a população, como os bancos de madeira.

Os bancos de madeira, construídos na marcenaria, utilizam o reaproveitamento de materiais que seriam descartados. O ferro utilizado no processo de fabricação é reutilizado de obras antigas. Também tem o uso da madeira apreendida pela Polícia Federal e doada para a secretaria, evitando o apodrecimento do material.

O secretário da Semulsp, Sabá Reis, realiza o acompanhamento de todos os projetos que ocorrem na Serramar, incluindo os bancos. “Esses bancos, que estão sendo construídos aqui na Serramar, serão usados em alguns logradouros públicos, importante dizer que sem custo algum para a prefeitura. Estamos fazendo aquilo que o prefeito David Almeida tem nos orientado, que é fazer sempre o melhor pela cidade”, comentou.

Luiz Cláudio, responsável pela coordenação do projeto, explicou como funciona o processo de produção dos bancos. “O ferro vem em formato de grade, desmanchamos essa grade, alinhamos as peças, e depois vai para a parte de solda e montagem em uma forma. Nós produzimos aqui de um a dois bancos por dia”, disse.

O material, que está sendo reaproveitado nos bancos, também vem sendo utilizado na montagem de pontes. A construção mais recente com o uso desse material está na avenida das Torres, que facilitará o ir e vir das pessoas.

A iniciativa para reaproveitar esses materiais foi tomada para reutilizar a matéria-prima que antes era descartada e dando, assim, uma serventia para o que acabaria no lixo. Além disso, traz economia para a cidade, pois está sendo utilizada a mão de obra que se encontra na Semulsp e o material coletado das ruas da cidade.

Texto – Alex Melo / Semulsp

Fotos – Divulgação / Semulsp

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