Polícia
Professora desaparecida é encontrada morta em área de mata no Nova Cidade

Uma professora e pedagoga, identificada como Graciete Conceição de Almeida, de 51 anos, foi encontrada morta em uma área de mata, localizada na rua Moravia, bairro Nova Cidade, na zona Norte da capital amazonense, na tarde desta segunda-feira (23). Segundo a Perícia Criminal, a mulher foi brutalmente assassinada. O desaparecimento da professora foi notado desde a última sexta-feira (20).
De acordo com familiares, na noite de quinta-feira (19) ela ainda participou de um encontro em uma comunidade católica, e foi vista pela última vez em sua residência, por volta das 20h de quinta. Familiares e amigos da professora se dividiram em equipes e passaram a realizar buscas pela mulher na área de mata por trás da residência onde Graciete morava. Uma das equipes acabou encontrando o corpo da professora que estava em estado avançado de decomposição. Conforme a Perícia Criminal, a vítima foi assassinada e apresentava pancada na cabeça, enforcamento com uma camisa e vários hematomas pelo corpo, que foi retirado da mata pelo Corpo de Bombeiros e removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
A professora morava sozinha e tinha apenas a companhia de um cão de estimação. Familiares e amigos ficaram completamente abalados emocionalmente após o corpo de Graciete ter sido encontrado. Uma amiga contou que a professora estava prestes a inaugurar uma escola no Conjunto Canaranas, bairro Cidade Nova, mas teve o sonho interrompido. “Ela vivia em função do trabalho e envolvida com a igreja.”, disse a amiga.
O caso do assassinato de Graciete será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Investigadores receberam informações no local que serão trabalhadas na investigação. As informações dão conta de uma rixa da vítima com vizinhos de uma casa ao lado. Coincidentemente, a família de vizinhos teria ido embora do local. A DEHS também recebeu uma informação que a vítima teria tirado fotos de usuários de entorpecentes no entorno de cada “para denunciar a perturbação.”