Estamos nas Redes

Polícia

Mulher é sentenciada a 28 anos de prisão por homicídio do marido

Publicado

on

Elcilane da Silva Souza, conhecida como Nega, de 42 anos, foi condenada a 28 anos de prisão em regime fechado por encomendar o assassinato de seu marido, o soldador Emerson Pinto dos Reis, de 38 anos, na tentativa de adquirir a propriedade da casa onde o casal residia, que estava registrada em nome da vítima. Ele foi brutalmente morto com 20 facadas, além de ter seu corpo desmembrado e enterrado em uma cova rasa no ramal do Brasileirinho, na zona Leste da cidade.

O julgamento do caso ocorreu em uma sessão realizada nesta segunda-feira, dia 30, na 3ª Vara do Tribunal do Júri, no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis, localizado no bairro São Francisco, zona Centro-Sul. O crime ocorreu em 10 de abril de 2017, e Nega permaneceu foragida por cinco meses, até que se entregou às autoridades em 22 de setembro do mesmo ano. Além de Elcilane, outro réu, Carlos Haroldo da Conceição Lopes, de 29 anos, também foi condenado a 28 anos de prisão em regime fechado.

De acordo com as investigações, Carlos Haroldo foi contratado pelo amante da acusada, identificado como José Alexandre Santos, conhecido como Caverna, cuja idade não foi divulgada, e que também está foragido da Justiça. Na ocasião do crime, ele agiu em conjunto com um adolescente menor de 18 anos. O processo de José foi desmembrado pelo tribunal, pois ele não pôde ser localizado, e o cúmplice responde pelo crime em um processo separado.

Publicidade

O julgamento

Durante o julgamento, Elcilane da Silva Souza negou ter participação no assassinato do ex-marido e a defesa sustentou a absolvição pela negativa de autoria por falta de provas. O mesmo argumento foi utilizado pela defesa de Carlos Haroldo da Conceição Lopes. Já a promotoria de Justiça pediu a condenação de acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE).

Elcilane da Silva Souza respondia ao processo em liberdade e com a condenação o juiz Carlos Henrique Jardim da Silva, que presidiu a sessão decretou sua prisão em plenário. Já o foragido da Justiça, Carlos Haroldo foi julgado a revelia recebendo também teve a prisão preventiva decretada. Ambos foram condenados pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menor.

Foto: Arquivo AC

Publicidade
Publicidade

Facebook