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G-7 aumenta apoio econômico à Ucrânia para US$ 39 bilhões e busca mais sanções

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O grupo reafirmou que continuará a trabalhar para aplicar sanções à Rússia, diante do apoio “inabalável” à Ucrânia

Foto: Kerstin Joensson/Divulgação

O Grupo dos Sete (G-7), em comunicado, afirmou que, em 2023, aumentou o compromisso de orçamento e apoio econômico à Ucrânia para 39 bilhões de dólares americanos. “Esses compromissos significativos e seu desembolso rápido dão segurança à Ucrânia e permitem que as autoridades protejam o funcionamento do governo, continuem a prestação de serviços básicos, realizem os reparos mais críticos das infraestruturas danificadas e estabilizem a economia”, destaca o texto.

O grupo reafirmou que continuará a trabalhar para aplicar sanções à Rússia, diante do apoio “inabalável” à Ucrânia. Além disso, o documento traz que o G-7 vai continuar a trabalhar para fazer cumprir os limites de preço do petróleo russo e derivados e impedir tentativas de burlar a medida.

“Já estamos progredindo nos objetivos da política de teto de preço para evitar que a Rússia lucre com sua guerra de agressão contra a Ucrânia, ao mesmo tempo em que apoiamos a estabilidade nos mercados globais de energia e limitamos os efeitos econômicos negativos da guerra, especialmente em países de baixa e média renda países. A lacuna orçamentária mensal da Rússia atingiu recordes, o que restringirá significativamente sua capacidade de financiar sua guerra ilegal”, diz o texto.

O G-7 também destacou que rejeita a falsa narrativa da Rússia sobre os efeitos colaterais das sanções sobre a segurança alimentar e energética. “Reafirmamos que nossas medidas de sanção contra a Rússia não visam contribuir para a insegurança energética e alimentar, embora essas medidas sejam adaptadas para reduzir a capacidade da Rússia de obter lucros inesperados com as mudanças nos preços globais do petróleo”, defende.

Por fim, o comunicado traz que deve o grupo deve permanecer atento a riscos negativos, incluindo pressões inflacionárias, ameaças à estabilidade financeira, bem como saídas de capital, especialmente em países em desenvolvimento.

Letícia Simionato – Estadão Conteúdo

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