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Terceiro alerta de cheias no Amazonas: previsões indicam cotas máximas menores e aliviam tensão

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Foto: Reprodução

A Defesa Civil do Amazonas, em colaboração com o Serviço Geológico do Brasil, emitiu o terceiro Alerta de Cheias do Amazonas, revelando as previsões para as cotas máximas dos rios Negro, Solimões e Amazonas neste ano. As áreas monitoradas incluem os municípios de Manaus, Manacapuru, Itacoatiara e Parintins.

Segundo as projeções, espera-se que o rio Negro atinja aproximadamente 28,43 metros em Manaus, com um intervalo provável entre 28,12 m e 28,77 m. A probabilidade de alcançar a cota de inundação severa de 29,00 m é de apenas 2%.

Em relação a Manacapuru, prevê-se que o rio Solimões atinja cerca de 19,31 m, com uma faixa estimada entre 19,03 m e 19,59 m. A cota de inundação é estabelecida em 18,20 m, e a probabilidade de atingir a cota de inundação severa de 19,60 m é de 9%. É importante destacar que, de acordo com o modelo utilizado, não há expectativa de que os rios Negro e Solimões atinjam as cotas máximas registradas em 2021, quando o rio Negro alcançou 30,02 m em Manaus e o rio Solimões atingiu 20,86 m em Manacapuru.

Rio Amazonas

 A previsão da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) indica que, em Itacoatiara, o rio Amazonas deve atingir aproximadamente 13,91 m (com intervalo entre 13,76 m e 14,06 m). A cota de inundação é de 14 m, e a probabilidade de alcançá-la é de 19,71%. Para a cota de inundação severa (14,20 m), essa probabilidade é de 0,33%.

Em Parintins, cidade que entrou neste ano no Alerta de Cheias, a previsão é que o rio Amazonas chegue a aproximadamente 8,35 m (com intervalo provável entre 8,28 m e 8,44 m). A probabilidade de atingir a cota de inundação (de 8,43 m) é de 11,3%. Para a cota de inundação severa (9,30 m), essa probabilidade é de 0%. Também não há nenhuma chance de o Rio Amazonas atingir as cotas máximas registradas em 2021, em Itacoatiara (15,20 m) e em Parintins (9,47 m).

O secretário adjunto da Defesa Civil do Amazonas, coronel Clóvis Araújo, destaca a importância de assegurar a manutenção dos serviços essenciais em todos os municípios tanto na cheia quanto na vazante. “Durante esses períodos, a principal missão da Defesa Civil é assegurar a preservação dos serviços indispensáveis para o interior do Estado. Através do planejamento e monitoramento que é feito diariamente pelos órgãos e instituições parceiras, a gente já está se preparando para uma possível seca mais severa nos próximos meses”, concluiu.