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Manaus recebe chuva libertadora após semanas de fumaça causada por queimadas

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Na madrugada desta terça-feira, Manaus experimentou uma intensa chuva após dias de fumaça e condições de ar prejudiciais à saúde. A última precipitação registrada na capital ocorreu em 22 de outubro. Desde então, a cidade tem sido encoberta por uma densa fumaça, cuja origem se deve às queimadas no Pará, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A falta de chuvas e o calor intenso na região, agravados pelo El Niño severo deste ano, dificultaram a dispersão da fumaça. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) prevê que a estação chuvosa na região do Amazonas em 2023 deva começar em dezembro. No entanto, alerta que o El Niño contínuo pode reduzir a formação de nuvens e os níveis de precipitação, resultando em chuvas abaixo da média histórica da região.

Qualidade do ar

Conforme os dados do aplicativo Selva, a qualidade do ar em Manaus, após a chuva, está entre “boa” e “moderada”, com alguns pontos registrando “ruim”.

Reprodução/Selva

Em comparação com dias anteriores, a qualidade do ar mudou drasticamente.

O registro do dia 4 de novembro apresentou, segundo o World Air Quality Index, o ar em localidades da capital classificado como “insalubre” e “perigoso” para saúde.

Reprodução/World Air Quality Index

Pelo aplicativo Selva, o ar estava como “muito ruim” e “péssimo”.

Reprodução/Selva
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