Polícia
Baleado dentro de carro, ‘Maníaco do Distrito’ morre após atendimento médico em Manaus
Segundo informações iniciais, dois homens em uma motocicleta efetuaram os disparos contra o veículo da vítima.

Olivaldo Lima de Andrade, de 45 anos, conhecido pelos apelidos de ‘Nego’ e ‘Maníaco do Distrito’, morreu nesta quinta-feira (13) após ser baleado durante um ataque no bairro Cachoeirinha, na zona sul de Manaus.
Segundo as informações iniciais, Olivaldo estava em um carro quando foi surpreendido por dois homens que estavam em uma motocicleta. Os suspeitos se aproximaram do veículo e efetuaram diversos disparos.
Mesmo atingido, ele teria tentado fugir do local. No entanto, acabou sendo atingido por pelo menos três tiros.
Vítima chegou a ser socorrida
Após o ataque, Olivaldo permaneceu dentro do veículo e foi encontrado ainda no banco, debilitado. Registros feitos por pessoas que estavam nas proximidades mostram marcas de tiros no para-brisa do carro.
Ele foi socorrido com vida e encaminhado para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos e morreu após receber atendimento médico.
A Polícia Militar esteve na área e realizou buscas pelos autores, mas nenhum suspeito havia sido localizado até o momento.
Histórico policial
Olivaldo passou a ser conhecido como ‘Maníaco do Distrito’ em 2015, quando foi preso sob acusação de envolvimento em estupros contra mulheres na região do Distrito Industrial, em Manaus.
De acordo com informações divulgadas durante as investigações daquele período, ele trabalhava como motorista de caminhão e abordava vítimas em vias públicas.
Em 2024, Olivaldo teria sido preso novamente, desta vez sob acusação de estuprar uma adolescente de 13 anos no bairro Petrópolis. Conforme os relatos divulgados na ocasião, a vítima estaria retornando da igreja quando teria sido puxada para dentro de um veículo.
Investigação
Testemunhas relataram que Olivaldo vinha recebendo ameaças e estaria jurado de morte. Até o momento, porém, não há confirmação oficial de que o atentado tenha relação com essas ameaças.
A autoria e a motivação do homicídio ainda serão investigadas pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).