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Representantes da Fadisp participam de reunião na prefeitura sobre cursos voltados a procuradores

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Cinco meses após o Termo de Cooperação Técnica, Jurídica, Científica e Pedagógica, firmado entre a Prefeitura de Manaus, por meio da Procuradoria Geral do Município (PGM) e a Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp), o diretor acadêmico de Graduação da instituição, Thiago Lopes Matsushita, e o coordenador dos cursos de mestrado e doutorado da faculdade, Lauro Ishikawa, participaram, nesta quinta-feira, 25/11, de uma reunião na sede na procuradoria, na Compensa, zona Oeste.

O encontro contou com a presença do corregedor-geral da PGM, Daniel Octávio Silva Marinho – representando o procurador-geral do município, Ivson Coêlho e Silva – e o procurador do município Marco Aurélio de Lima Choy. O Termo de Cooperação Técnica possibilita aos procuradores da PGM a participação no processo seletivo do programa de pós-graduação stricto sensu da Fadisp.

“Atendendo a uma determinação do prefeito de Manaus, David Almeida, e do procurador-geral, nos reunimos com os professores da Fadisp, que está oferecendo programa de mestrado e doutorado aos procuradores do município, com o objetivo de capacitá-los na elaboração da defesa técnica do município, administrativamente e em juízo. Com isso, teremos mais qualidade na atuação, profissionais mais qualificados, além de ser uma oportunidade de investir no nosso corpo profissional da PGM de Manaus”, destacou Marco Aurélio Choy.

Conforme Daniel Marinho, a partir do termo de cooperação celebrado com uma conceituada faculdade de Direito de São Paulo e com grande importância nacional, a Prefeitura de Manaus cria as condições necessárias para oferecer à Casa Municipal de Procuradores instrumentos para o aprimoramento técnico. “Quem milita na seara jurídica sabe que o constante aperfeiçoamento é uma condição primordial para o desempenho de suas atividades com qualidade”, frisou o corregedor-geral da PGM.

Tanto ele quanto Choy chamaram a atenção para o fato de que o termo de cooperação celebrado entre as instituições não representa ônus financeiros para a administração pública e terá vigência de dois anos.

Fotos – Divulgação / PGM

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