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Política

Projeto do vereador João Carlos que assegura assistência religiosa é sancionado em Manaus

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MANAUS, 22/11/21 VEREADOR JOAO CARLOS (REP) DISCURSANDO NO PLENARIO DA CAMARA MUNICIPAL DE MANAUS. FOTO: ROBERVALDO ROCHA / CMM

O prefeito de Manaus, David Almeida, tornou lei a proposição que assegura a assistência religiosa e espiritual por meio da Capelania nos estabelecimentos como hospitais públicos e privados, asilo e creches na capital amazonense. O projeto, é do líder do Republicanos na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador João Carlos.

De acordo com a lei, registrada sob nº 130/2021 o serviço de Capelania será voltado para a ministração de palavras de conforto espiritual, bem como a realização de cultos pertinentes à crença do mesmo, desde que compatíveis com o local.

“Às vezes o que essas pessoas, que estão em hospitais e asilos, precisam é apenas de uma palavra de conforto, de um momento onde o alimento venha para o espírito. A Capelania tem justamente essa missão, o intuito de colaborar com a recuperação da pessoa servindo de alento para o ‘eu interior’. Agora, com ordem e regulados, os capelães poderão acessar esses estabelecimentos”, disse João Carlos.

O projeto do republicano diz ainda que os capelães que desejarem prestar a assistência religiosa e espiritual, deverão comprovar certificação ou diploma junto à unidade de ensino devidamente reconhecida pelo Ministério da Educação.

“Com a aprovação desse projeto, iremos permitir que além dos hospitais, outras repartições sejam beneficiadas. Precisamos reconhecer a importância desse trabalho que é feito com amor e dedicação por pastores e pessoas habilitadas a prestarem esse auxílio que edifica e transforma vidas.”, defendeu o republicano.

Ainda segundo a lei, ser maior de 21 anos, estar no exercício de seus direitos políticos, se brasileiro, estar em condição regular no país, se estrangeiro, pessoa de ilibada conduta moral e profissional, ser apresentado por entidade religiosa interessada, com carta de recomendação com firma reconhecida em cartório e estar habilitado por instituição de capelania e registrado em entidade reconhecida como regulamentadora da atividade, tendo cumprido as exigências impostas pela legislação.

A expectativa, explica João Carlos, é de que essa atividade de capelania viabilize mudanças fundamentais e comportamentais no seio da sociedade, com as pessoas se tornando mais conscientes dos seus deveres humanitários e mais solidárias para com aqueles que vivem em situação de risco e de vulnerabilidade espiritual.

Texto: Assessoria de Comunicação do vereador

Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM

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